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terça-feira, 10 de abril de 2007

A mulher é amiga


Não sei em que país está afixado este cartaz* mas encontrei a foto neste site aqui. Apesar de básico e directo, os países de 1º Mundo deviam pensar seriamente em afixá-lo nas suas cidades. Não lhes fazia mal nenhum...


Fonte: Dark Roasted Blend

*Tradução: A mulher é tua amiga. Não lhe batas. Ama, estima e protege-a.



quinta-feira, 22 de março de 2007

No comments...

Mas que palhaçada foi aquela ontem na televisão? Então o nosso Exmo. Sr. Ministro da Saúde desata a fechar maternidades (porque não têm o nº de partos/ano que ele lá imaginou), obrigando as mulheres a se deslocarem mais longe para irem ter os filhos (algumas delas, no Alentejo, vão tê-los a Badajoz, Espanha!) e depois vem, em plena televisão nacional, dizer que os bebés nascem nas ambulâncias porque as mães não fazem um acompanhamento de pré-parto como deve ser???

Exmo. Sr. Ministro, lamento informá-lo mas a única maneira de saber que um bebé vai nascer num determinado dia a uma determinada hora, é com a marcação de uma cesariana. Caso contrário, é a qualquer momento. As ecografias dão uma uma previsão, uma data provável de quando será o parto mas raramente acertam em cheio no dia. E se o Sr. quer "desempatar" os hospitais, também não deve ser muito boa ideia que, ao primeiro sinal de contracção, todas as mulheres vão a correr para lá. Na próxima encarnação, quando for mulher, espero que a sua hora seja muito longa... What goes around, comes around...

sexta-feira, 16 de março de 2007

Mulheres que não se conseguem comprometer?

Até há muito pouco tempo, esta era uma característica específica dos homens: o medo, aliás, pavor do compromisso. Mas parece que agora também as mulheres se estão a tornar "compromissofóbicas" (que raio de palavrão!) e afastam, sistematicamente, candidatos perfeitamente adequados a uma vida em comum. Não sei bem o que se passa mas, cada vez mais, as mulheres procuram algo que parece não existir. Aqui estão alguns dos "sintomas" mais conhecidos de quem tenta, a todo o custo, evitar o compromisso:

  1. Assim que acaba a excitação inicial de um romance, fartamo-nos rapidamente da relação;
  2. Temos o (mau) hábito de sair com homens que não estão disponíveis (casados, com namorada, geografica ou emocionalmente distantes, etc...);
  3. Mantemos uma longa e elaborada lista com os requisitos para o nosso par ideal;
  4. Achamos que as relações dos nossos amigos casados são aborrecidas e que eles se contentaram com pouco;
  5. Temos um vasto leque de amigos e conhecidos à conta das nossas relações amorosas;
  6. Saímos com mais do que um homem ao mesmo tempo para evitar a "dependência";
  7. Temos dificuldade em ultrapassar as nossas antigas relações amorosas.
Se ao lerem isto, só conseguem pensar: "Sim, esta sou eu!", não se preocupem! Parece que há solução para este mal. (Ainda bem, porque também descobri agora que tenho mais de metade destes sintomas... As coisas que uma pessoa aprende.)

Leiam a cura aqui (em inglês) e salvem a vossa vida! Ahahahahaha


Fonte: Women who can´t commit?!

quinta-feira, 8 de março de 2007

Sou mulher!


Hoje comemora-se o Dia Internacional da Mulher. No dia 8 de Março de 1857, centenas de trabalhadoras de fábricas de vestuário e têxteis de Nova Iorque iniciaram uma marcha de protesto contra os salários baixos, as más condições de trabalho e o horário obrigatório de 12 horas por dia. Esta manifestação foi dispersada violentamente pela polícia. Em 1908, também em Nova Iorque, milhares de mulheres desfilaram pelas ruas, com o slogan "Pão e Rosas", reivindicando o mesmo que as suas companheiras de 1857, bem como o direito ao voto. O Dia Internacional da Mulher foi comemorado em 1909 pela 1ª vez mas só em 1975 foi proclamado oficialmente pelas Nações Unidas e só em 1979 foi aprovada a Convenção para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as mulheres.


Em Portugal, as comemorações este ano alertam para a violência dos direitos da mulher. Apenas no último ano, e segundo a APAV (Associação de Apoio à Vítima), foram registados 22 casos de homicídio ou tentativa de homicídio contra mulheres e mais de 13 mil crimes de violência doméstica.
Outro estudo indica que "uma em cada cinco mulheres em todo o mundo sofre uma violação ou uma tentativa de violação pelo menos uma vez na vida, tanto às mãos de conhecidos e familiares como de membros de forças de segurança." Num relatório da Amnistia Internacional é condenada esta violência cometida pelas forças de segurança, a qual fica impune.

Noutro campo, um estudo indica pelo menos 38% das empresas do mundo não têm QUALQUER mulher em cargos de elevada responsabilidade! Em compensação, na União Europeia, três em cada quatro novos empregos são atribuídos a mulheres. Não me parece que aqui em Portugal seja bem assim mas acredito que, em países como França ou Alemanha, as coisas estejam no bom caminho, mesmo embora os salários das mulheres sejam inferiores aos dos homens, em cargos equivalentes.

Tenho pena que em Portugal, o Dia Internacional da Mulher ainda seja visto como o dia em que as mulheres saem à rua sem os maridos, para beberem uns copos e verem um show de strip. Perde-se todo o sentido de luta pelos nossos direitos que este dia deveria ter. Mas enfim, para algumas (poucas) de nós, neste dia não queremos receber rosas, nem ser contempladas pela nossa condição de mulher. Queremos, sim, que nos dêem o devido valor e que não nos discriminem apenas por sermos quem somos.

Fontes: Sapo
Diário Digital

quarta-feira, 7 de março de 2007

Blogagem colectiva - Dia Internacional da Mulher


Mais uma vez a Denise comanda as hostes e amanhã vamos tod@s falar sobre o porquê deste Dia Internacional da Mulher. É claro que não vamos falar da perspectiva mais comum e que trata este dia como um dia de comemoração, em que as mulheres saem à rua sem os maridos para jantar, beber uns copos e ver um show de strip... Sem comentários. O Dia da Mulher não é nada disso!

Quem quiser participar desta blogagem colectiva, clique aqui e deixe um comentário neste post do Síndrome de Estocolmo.